Qualquer bobagem

30 03 2009

E eis que agora sigo por Floripa, bem faceiro com as uiuiui aulas que estou uiuiui lecionando na uiuiui Universidade, com várias cousas pra ler e reler e resumir e publicar e procurar e patati e patatá, e mil perspectivas pros próximos semestres e mesmo semanas, porque outras instituições estão, como direi, na ênfase.

Mas volto aqui hoje não ainda por ter lindas fotos pra postar, nem porque são 2:35 da madruga de segunda e eu devia estar dormindo pra procurar teto e transporte amanhã de manhã, mas para narrar rapidito uma situação inusitada d’outro dia.

Cá na pousada onde por enquanto domicilio (tá certo isso? Troço estranho!) tem uma funcionária que veio há pouco de Pelotas, a dona-tia-amiga-de-fé-irmã-camarada Helô. Contava-me ela que seu filho tem 17 anos e quer servir as forças armadas do nosso Brasil Varonil – sejamos educados e não vamos debochar do guri, eu mesmo já avaliei seriamente a possibilidade nos meus (já longínquos) 18 anos, muito embora agradeça até hoje por não ter conseguido.

E aí eu fui colaborar: se o piá quer tanto assim, de repente ele que se puxe e entre numa faculdade, ‘que é pra mó’ de fazer os tais cursos de oficial, NPOR, CPOR, sei lá como chama, o caso é que existe esse interesse das ilustríssimas forças armadas em pegar a gurizada que já se dedicou um pouco pros estudos.
Vai daí que o piá tava pensando em fazer Direito.
Vai daí que a tia Helô achava que o curso não era pro guri, mas não ia se opor.
Vai daí que me sai com essa:

- Mas e precisa fazer Direito pra entrar nesse curso aí?
- Não, qualquer curso superior serve.
- Ah, então pode ser qualquer bobagem… tipo… LETRAS?

E eu concordei, que era pra não me indispor com a tia Helô.


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2 respostas

1 04 2009
Carla Melani

muitos risos…qualquer bobagem! E Floripa nunca mais foi a mesma…Abração

9 04 2009
Sachtleben

uiuiui Universidade?
hauhauahuahuaa

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